Sobre

Douglas V. Pasqua atua na área de Engenharia de Software, especialista nas linguagens PHP e Java e na área de Infraestrutura e Segurança da Informação, especialista em soluções baseadas em Linux. Experiência na área de Tecnologia da Informação à cerca de 10 anos. Atua também ministrando cursos e palestras na área de software livre. Possui as certificações: Zend Certified Engineer, Sun Certified Java Programmer, LPIC-1, LPIC-2.

 
Objetivo do Blog

Através do Blog, Procuro compartilhar algumas das soluções técnicas que desenvolvo diariamente durante meu trabalho como desenvolvedor e
administrador de servidores Linux. Também procuro postar sobre assuntos novos, para poder aprender mais sobre uma nova tecnologia e
também ajudar os outros. Além de tudo, o Blog serve como uma base de conhecimento técnico pessoal.

Um dos propósitos também é estar em contato com a comunidade. Apoiando outros desenvolvedores, trocando experiências e aprendendo juntos.

Caso queira entrar em contato comigo, envie um email para douglas.pasqua@gmail.com.

Twitter: dpasqua

Metáforas

Selecionei abaixo algumas metáforas interessantes e que tem haver com o trabalho que realizamos diariamente.

  • O Carpinteiro – Na minha opinião essa metáfora nos alerta sobre a qualidade e esforço desprendidos em nossas tarefas. A mensagem basicamente diz para não sermos tão relaxados e não deixar para amanhã o que pode ser feito hoje. Lembre-se de trabalhar como se estivesse construindo sua própria casa e não somente a casa dos outros. Onde quer que esteja será admirado pelo seu trabalho.

Um carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma última casa como um favor especial.

O carpinteiro consentiu, mas com o tempo será fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro.

– Essa é a sua casa. – ele disse. Meu presente a você.

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco. Nós construímos vidas de maneiras distraída, reagindo mais agindo, desejando colocar menos do que o melhor. Nos assuntos importantes nós não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.

Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade. A placa na parede está escrito: “A vida é um projeto de você mesmo.” Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.

Fonte: http://www.metaforas.com.br/

  • O Caldeiro – Acho essta metáfora interessante para nós que somos consultores. Saber onde martelar é que faz toda a diferença nos profissionais de tecnologia. Muitos ficam martelando em lugares errados e demoram para achar uma solução. Os mais experientes e sábios resolvem os problemas com poucas ou em até uma martelada.

Um caldeireiro foi contratado para consertar um enorme sistema de caldeiras de um navio a vapor que não estava funcionando bem. Após escutar a descrição feita pelo engenheiro quanto aos problemas, e de haver feito umas poucas perguntas, dirigiu-se à sala de máquinas. Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava,   durante   alguns   instantes;   com   as   mãos   apalpou   alguns   dos   tubos.   Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou em seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno  martelo,   com  o   qual   bateu   apenas   uma   vez   numa   válvula   vermelha   brilhante.
Imediatamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o caldeireiro voltou para casa.
Quando o dono do navio recebeu uma conta de $1000, queixou-se de que o caldeireiro só havia ficado na sala de máquinas durante quinze minutos e pediu uma conta pormenorizada.
Eis o que o caldeireiro lhe enviou:
Total da conta…………………: $1000,00, assim discriminados:
Conserto com o martelo…..: $ 0,50
Saber onde martelar………..: $ 999,50

Fonte: (Richard Bandler e John Grinder, em “Sapos em Príncipes”, Summus)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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